Enviar uma mensagem rápida pelo celular é fácil, mas nada substitui o carinho e a proximidade de uma carta escrita à mão. Aliás, muita gente ainda busca maneiras de se conectar dessa forma, mas sem gastar muito. É aí que entra a Carta Social, um recurso pouco conhecido que garante acesso a um envio especial, acessível e cheio de significado.
Assim, mais do que um simples serviço, ela representa a chance de manter viva a tradição das cartas, sem deixar de lado a praticidade que o dia exige. Ao longo deste guia do Guiadin, você encontra tudo o que precisa para usar a Carta Social do jeito certo e começar a enviar correspondências sem dor de cabeça. Continue acompanhando e saiba mais!
O que é a Carta Social?
A Carta Social é um serviço para facilitar a vida de quem precisa se comunicar por meio de correspondência, mas não pode gastar muito com isso.
Assim, em vez de pagar os valores tradicionais de envio, que são muitas vezes altos, a população tem acesso a uma alternativa mais acessível.
Entenda o serviço de envio de cartas gratuito ou de baixo custo
Na prática, a Carta Social funciona como uma carta comum, mas com regras e tarifas especiais que a tornam mais acessível a quem realmente precisa.
Ou seja, em vez de pagar os preços tradicionais, o remetente tem a possibilidade de enviar sua correspondência a um custo simbólico.
Além disso, seu funcionamento é simples: preenchendo os requisitos para solicitar o serviço, é possível postar até cinco cartas por dia por R$ 0,01. A carta deve ter no máximo 10 gramas e a identificação “Carta Social”
Objetivo da Carta Social e sua importância para a população
O objetivo da Carta Social é facilitar a comunicação escrita no país, permitindo que ninguém fique sem acesso a esse meio por falta de dinheiro.
Por isso, ela tem uma função social clara: facilitar a vida de famílias que estão longe, apoiar quem não tem acesso à internet e, acima de tudo, reforçar a ideia de que a comunicação é direito de todos.

Quem pode utilizar a Carta Social?
A Carta Social tem regras específicas para garantir que realmente cumpra seu papel de inclusão. Até porque o serviço foi criado para atender às necessidades sociais, e por isso existe um público definido que pode utilizá-lo.
Portanto, para evitar que o recurso seja usado de forma indevida, mantém-se o foco em quem realmente precisa. Veja:
- Beneficiários do Bolsa Família: titulares e seus dependentes podem enviar a correspondência;
- Pessoas custodiadas: presidiários brasileiros, estrangeiros e outras pessoas sob custódia no país também têm direito a utilizar o serviço.
Requisitos para envio de correspondências pela modalidade
Para poder usar a Carta Social, é preciso respeitar alguns requisitos básicos definidos pelos Correios. Confira:
- Peso: máximo de 10 gramas;
- Endereçamento: o endereço do remetente e do destinatário devem estar escritos à mão;
- Identificação: no envelope, deve ser escrita à mão a expressão “Carta Social” no canto inferior esquerdo, acima do espaço para o CEP;
- Tipos de envelopes proibidos: não é permitido o uso de envelopes translúcidos, transparentes, autoenvelopáveis ou com indicativos de pessoa jurídica (como timbres ou inscrições promocionais).
Limitações e condições para o uso do serviço
Apesar de ser uma opção vantajosa, a Carta Social não pode ser usada para todo tipo de envio. Ela é destinada exclusivamente a cartas pessoais.
Ou seja, não serve para fins comerciais ou publicitários. Além disso, só é possível postar até cinco cartas por dia por R$ 0,01.
Como funciona o envio de uma Carta Social?
Mesmo com requisitos para usar o serviço, enviar uma Carta Social é bem mais simples do que parece. Até porque o processo tem a lógica de uma correspondência comum, mas inclui alguns detalhes que precisam ser respeitados.
Por isso, antes de se dirigir a uma agência dos Correios, é importante conhecer como funciona e quais são suas exigências básicas. Veja mais detalhes a seguir!

Regras para envio de correspondências
As regras para o envio da Carta Social são bastante simples e objetivas. Confira:
- A correspondência deve ser escrita em papel;
- Colocada em envelope simples e não pode conter anexos, objetos ou itens que descaracterizem sua função de carta pessoal;
- Também é obrigatório identificar corretamente o remetente e o destinatário no envelope, seguindo os padrões exigidos pelos Correios.
Peso máximo e dimensões permitidas para a Carta Social
Outro ponto importante no uso da Carta Social diz respeito às medidas do envelope. Veja:
- Peso: máximo de 10 gramas;
- Dimensões: não há restrição de tamanho, mas o envelope deve ser simples, sem janela e sem logotipo de pessoa jurídica.
- Conteúdo: a carta deve ser escrita à mão, assim como o endereço do remetente e do destinatário;
- Identificação: a expressão “carta social” deve ser escrita à mão na parte frontal do envelope, no canto inferior esquerdo;
- Limite diário: cada remetente pode postar no máximo cinco cartas sociais por dia.
Como enviar uma Carta Social: passo a passo
Muita gente acha complicado, mas o envio da Carta Social segue um processo bastante simples.
Pensando nisso, o Guiadin preparou um tutorial com os dois passos a tomar para usar o serviço da forma correta. Confira:
Preenchimento correto do envelope
O primeiro passo é escrever a carta. Neste caso, certifique-se de que o peso não ultrapasse 10 gramas. Já no envelope, inclua o nome e o endereço completo do destinatário e do remetente.
Também é importante identificar a correspondência. Para isso, escreva “Carta Social” no canto inferior esquerdo do envelope (acima do CEP). O endereço do destinatário fica no centro e o do remetente no verso, ambos manuscritos.
Onde postar a Carta Social
Depois, é hora de enviar a carta. Dirija-se a uma agência dos Correios, apresentando o cartão do benefício e um documento de identificação com foto.
Lembre-se de guardar o comprovante: Ele pode ser útil para rastreamento, caso necessário.
Quais são os custos da Carta Social?
Uma das maiores vantagens da Carta Social sempre foi o preço acessível. Até porque, como foi pensada para ser um recurso inclusivo, essa modalidade permite que qualquer pessoa envie correspondências sem pesar no bolso.
Por isso, entender os cursos envolvidos é essencial para saber se essa realmente é a opção que melhor atende às suas necessidades. Confira o valor a seguir!
Valor simbólico ou gratuidade do serviço
O valor da Carta Social é de apenas um centavo (0,01) por correspondência, sendo que existe o limite de cinco cartas por dia e com peso máximo de 10 gramas cada.
Essa condição de tarifa social é justamente o que torna o serviço tão relevante para a população que precisa manter contato por escrito sem comprometer o orçamento.
Diferença entre a Carta Social e outros serviços postais
Ao comparar a Carta Social com os demais serviços postais, a principal diferença está na finalidade e no custo.
Isso porque, enquanto cartas comuns e registradas possuem tarifas mais altas e podem incluir serviços adicionais, a Carta Social tem caráter inclusivo, sem foco em fins comerciais.
Além disso, diferente de outros serviços postais, só é válido para pessoas físicas.
Vantagens e desvantagens da Carta Social
Assim como qualquer serviço, a Carta Social tem seus pontos fortes e também algumas limitações. Portanto, para quem busca economia e inclusão, ela pode ser uma excelente alternativa.
Porém, conhecer tanto as vantagens como as desvantagens ajuda a usar o serviço de forma consciente e evitar frustrações.
Benefícios do serviço para a população de baixa renda
Entre os benefícios da Carta Social, podemos destacar:
- Baixo custo;
- Acessibilidade para famílias de baixa renda;
- Inclusão social, permitindo contato para quem não tem acesso à internet;
- Fortalecimento de laços pessoais, já que é destinada a mensagens privadas.
Limitações e restrições do serviço
As principais restrições e limitações da Carta Social incluem:
- Uso exclusivo para correspondência pessoal, não comercial;
- Proibição de envio de documentos oficiais ou encomendas;
- Limite de peso e dimensões do envelope;
- Sem prazos de entrega diferenciados, como acontece em serviços premium.

Perguntas frequentes sobre a Carta Social
Mesmo sendo um serviço conhecido por sua simplicidade, é comum surgirem dúvidas na hora de usar a Carta Social.
Pensando nisso, reunimos aqui algumas das perguntas mais frequentes para deixar tudo mais claro. Confira:
Existe um limite de cartas que posso enviar por mês?
Sim. Para evitar abusos e manter o caráter social de serviço, os Correios estabelecem limites na quantidade de cartas, que por dia é 5. Ou seja, no máximo 150 por mês!
Quais documentos são necessários para utilizar o serviço?
De forma geral, não é preciso apresentar muitos documentos. Os essenciais são o cartão do benefício Bolsa Família e um documento de identificação com foto (como RG ou CNH).
Posso enviar objetos ou apenas documentos pela Carta Social?
A Carta Social é exclusiva para o envio de correspondências pessoais em papel. Por isso, não é permitido colocar objetos, brindes ou qualquer item em abundância.
O que fazer se minha Carta Social não for entregue?
O ideal é procurar a agência dos Correios onde a carta foi postada e relatar o problema. Assim, a agência abre uma solicitação para verificar o que aconteceu e te orienta sobre os próximos passos.
Aproveite o serviço!
Agora que você já tem todas as informações sobre a Carta Social em mãos, o próximo passo é colocar em prática!
Continue acompanhando nosso conteúdo aqui no Guiadin para mais dicas e orientações.



